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V O G U E a n d L O V E

Um diário virtual (utilizado quase de mês a mês) que possui os desejos, partilha tendências e descreve peripécias de o dia-a-dia de uma rapariga normal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catarina (22)
Um diário virtual utilizado de mês a mês que possui os desejos, partilha tendências e descreve peripécias de o dia-a-dia de uma rapariga normal.{mais}

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Questões existenciais sobre cotonetes

Sim, leram bem. Vou falar-vos de cotonetes e de um péssimo hábito que tenho... Atirá-los pela sanita abaixo. Tenho mil trabalhos da faculdade em atraso, mas esta questão dos cotonetes... Deixa-me verdadeiramente preocupada. Eu sei que parece que estou a ser irónica, mas não estou! Quer dizer... Só um bocadinho. 

 

A questão aqui é que o peixe que me vem parar a prato, às vezes, depara-se com os meus cotonetes... e não só. Às vezes também se depara com a quantidade de palhinhas ridículas que consumo. Sabem quantas palhinhas são gastas por dia nos EUA? 500... Milhões. E repito, por dia. Na verdade, daqui a uns anos (não muitos), o plástico vai ocupar mais espaço no mar, do que as espécies que o habitam. E falo-vos disto sem ter visto o documentário "A plastic ocean", disponínel na Netflix. Apesar disso, aconselho a todos (e a mim, inclusivamente) a ver este documentário, para que nos possamos consciencializar para o tipo de poluição e desperdício que estamos a causar. 

 

Via Pinterest

E o papel para secar as mãos? O papel toalha. É outra questão que me assola. No meu local de estágio devo gastar em média 15 papéis por dia. Ultimamente, tenho lutado comigo mesma para que isto mude. Cada vez que lavo as mãos digo para mim mesma "só um papel" e lá vou eu tentar secar as mãos só com aquele rectângulozinho mísero. Na verdade... É O QUE CHEGA! E depois meto-me a pensar "deve ter havido uma alma que estudou isto e fez inúmeras tentativas para saber que este rectângulo chega". Depois de uma pequena pesquisa, descobri que existe um Tedx Talks só sobre isto. Isto leva-me a pensar que se calhar não sou assim tão doida por ter estas questões a pairarem-me na cabeça. 

 

Desde que sigo a Joana Limão, tenho ficado muito mais desperta para estas questões do zero-waste, de uma vida mais sustentável e da quantidade de opções que existem para combatermos o desperdício e a nossa pegada ecológica. Para além disto, recentemente comecei a ouvir o podcast da Claúdia Fonseca (o "Officina") e na passada sexta ouvi o episódio da Ana Go Slowly e tenho a certeza que isto causou algum impacto em mim. 

 

Queria só partilhar que há soluções para estas questões existenciais da minha cabeça! Uma das lojas que conheci recentemente é a Sapato Verde, uma loja com produtos ecológicos, sustentáveis, vegan... Amigos do ambiente no geral. Para a questão dos cotonetes, existem os cotonetes em bambu, 100% biodegradáveis. Um pouco mais caros do que os que estamos habituados, mas contribuem para um oceano com menos plástico. A solução aqui também passa por colocar os cotonetes diretamente no lixo e isso também já comecei a fazer. A questão das palhinhas também é facilmente resolvida. Desde bambu, a inox, a vidro... Não faltam opções.

Reflito sobre isto por pensar que, quando era pequena era bem mais disciplinada quanto às questões da poluição. E atualmente, com o meus trabalho, vejo que sou um exemplo. Cabe-me a mim decidir se quero ser um bom ou um mau exemplo. Dou por mim a assistir várias vezes ao longo do dia, ao meu comportamento a ser imitado pelas crianças. E para isto tenho de me consciencializar do que posso mudar. 

 

Termino esta publicação com uma frase que prego aos grupos que acompanho no verão, cada vez que fazemos algum tipo de atividade num espaço ao ar livre: Deixem o espaço melhor do que o encontraram. Descobri agora que digo isto à semelhança de Baden-Powell e nunca fui escuteira. 

Procurai deixar o mundo um pouco melhor de que o encontrastes”.

 

P.S. Acho que depois deste post tenho mesmo de mudar o nome do blog! 

XX, Cat 

 

 

 

A crise dos vinte (e dois)

 

Acho que estou neste processo de crescimento, conflito cognitivo e emocional há cerca de dois anos. Tudo começou aos vinte. Ao de leve. 

Comecei a mudar a perceção sobre o tempo e a atenção que dedicava a pessoas que não me preenchiam e não acrescentavam em nada. Redefini o que para mim eram as relações que interessavam e o que significavam. 

Embora não percebesse na altura, já mais perto dos vinte e um comecei a descer numa espiral que parecia não acabar. Na altura, confusa e em cacos, achei que a solução mais viável para resolver todos os meus "demónios" seria afastar-me de tudo e todos. Fechei-me. Mesmo. Mal saía de casa. A minha rotina passou a ser quarto, w.c., cozinha, quarto, cozinha, sala, w.c., quarto. Comecei a cruzar-me mais vezes comigo, ao espelho. E até de mim fugi. Comecei a detestar o que via. A cara, o cabelo, a forma do meu corpo... Sentia-me mal comigo, só via o meu corpo a dar sinais de toda a ansiedade que andava a viver. Acne, queda de cabelo e uns quilos a mais. Tentei encontrar-me no vegetarianismo e na meditação. Ajudaram, mas rapidamente caíram por terra e continuou a ser muito mais fácil fechar-me. Falei com uma ou outra pessoa, nada mais.  

 

O tempo continuou a passar, comecei a rodear-me daquilo que achava melhor, desde personalidades inspiradoras, a livros de desenvolvimento... Ajudaram, mas continuei neste ciclo de crise comigo própria. 

Aos vinte e um e alguns meses, alguns dos sonhos perdidos surgiram novamente. Canalizei todas as energias nesses sonhos e voltei a esquecer-me do resto. Abdiquei da família e amigos... Foquei-me em tudo o resto para não encarar de frente todos outros "demónios" que surgiam.

Depois de tudo isto, afastei-me dos meus hobbies, do que me preenchia, do que me fazia feliz, por mais simples e banal que fosse... Afastei-me ao ponto de perder a minha identidade. Algo tão simples como vestir-me e demonstrar a minha vaidade, que sempre foi algo que adorei, passou a ser uma dor de cabeça. "Não gosto do que vejo, como me vejo, esta não sou eu".

Começaram as insónias. Não percebi de onde vinham... Ou não quis perceber. Bastou uma chamada de atenção de terceiros para acabar com mais um dos meus problemas. 

Sabem... Um dos meus maiores medos é desiludir os outros. Hoje entendo que este medo me sobrecarregou de uma carga emocional negativa que só agora vem ao de cima. 

O facto de não querer encarar os meus problemas e viver uma vida de "fachada" pareceu-me sempre a solução mais fácil. Mas não. A repressão de emoções e pensamentos acabou por me deixar num caos interior ainda por resolver. 

Às vezes dou por mim no meio da rua a caminhar com lágrimas nos olhos, com o coração vazio e a mente cheia de insultos para comigo própria. "És inútil", "Não fizeste nada de especial hoje", "Estás cada vez mais longe do que te queres tornar e do que queres ser". 

Desta vez, nem os sonhos escapam... Aliás, escapam. Não tenho foco, concentração, aquela energia inesgotável, sabem? Aquela que nos faz ter mais energia que 10 bicas, aquela que faz com que a nossa produtividade acelere... Vivo ansiosa, com o coração a palpitar. Tive umas semanas que a única coisa que desejei e fiz foi ficar deitada na cama em posição fetal. Sem fazer nada. Só assim. 

Depois olho à volta e vejo uma série de ditadores. Redes sociais, livros, podcasts, televisão... Um sem fim de estrategas que dizem como devo ser.

 

"Deves vestir-te como dita a moda, deves visitar os sítios mais in do momento, mas ao mesmo tempo ter tempo para nutrir corpo, mente, alma. Não te esqueças dos cabelos ao vento, do corpo sarado, do bronzeado no ponto! E essa roupa? Já não te disse que tens de seguir a moda? Ah mas espera! Essa marca não! Não é orgânico, nem é comércio justo, é escravidão... No século XXI! Mas espera, desculpa. Vem aí a black friday, os descontos, o Natal, as promoções e os saldos... Por isso, podes! Compra os cristais, alimenta-te de verdes, não te esqueças do mindfulness, do zero-waste, do vegetarianismo... Isso? NÃO! Não podes comer isso! Tem glúten, farinhas processadas, foi passado por amoníaco! Para além de que estás a matar as espécies raras da Amazónia! Plástico? Não! Olha o fundo do mar! Daqui a 10 anos há mais plástico que peixe no mar! Bambu! Ecológico, orgânico, cruelty-free, vegan, vegetariano, não testado em animais, natural... Gratidão! Não te esqueças!"

 

Por mais bonitos que sejam os princípios é difícil encontrarmo-nos no meio de tanta coisa.

E no final do dia, depois de nos impingirem tantos ideais, o que é que sobra? Quem é que somos? O que é que facto fizemos para chegar onde queríamos? De que adianta tantas ideias se são para "inglês ver"? Porque é que não vivemos, ao invés de fingirmos que vivemos? Porque é que não fazemos por nós próprios, ao invés de querer mostrar aos outros que fazemos?  E nós? Onde ficamos? O que é que nos faz feliz afinal?

É no meio de tanta certeza, ditada por quem não conheço, que me perco. Sinto-me sem rumo. 

E às vezes só queria ter força para isto... Para escrever. 

Hoje já o fiz. É o primeiro passo e isso basta. 

 

Escrever acho que é a minha forma de falar e organizar-me. 

 

Às vezes tenho saudades de voltar aqui, escrever sobre o que mais gosto, o que me preenche... Mas eu já não me conheço, e embora sinta saudades, é difícil voltar aqui. Tenho algumas publicações em privado, porque escrevo, publico e... Coloco em privado por achar que não tem lógica. Hoje só precisava de escrever, com ou sem sentido. Tudo isto porque descobri que escrever é a minha melhor ferramenta de organização da mente. E este é um dos meus melhores cadernos. Foi este espaço que ajudou a definir uma grande parte de mim, a organizar as minhas ideias e a expor crenças e ideais. 

Agora só quero o caminho para me encontrar. E só eu é que posso trilhar esse caminho. Mas agora, com ajuda. Com a minha família. Com os meus amigos. Porque sozinha fico à beira de enlouquecer. 

Quem diria que a crise dos 22 seria tão complexa?

 

 

~ 9 meses depois... ~

... Não, não nasceu uma criança! Pelo menos, não de mim! É simplesmente o espaço de tempo em que não posto. 

 

 

Tenho em privado algumas tentativas de regresso, mas não achei que estivessem boas o suficiente. Penso que esse tenha sido o meu problema ao longo dos últimos tempos, achar que não era boa o suficiente. Tanto eu, tanto os posts. Achava que não fazia sentido nenhum publicar e que não tinha conteúdo nenhum.

 

Mas até tinha. E senti falta.

 

 

No início de 2017, prometi a mim mesma que ia fazer mais do que gostava, sem ter de justificar nada, nem ter de me justificar a ninguém. "Esqueci-me" do blog.

O que é que aconteceu ao longo deste tempo todo?

- Fiz trabalhos da faculdade com a melhor comparsa de sempre (hiiiii Tixaaaa! 💗);

- Arranquei um dente do siso;

- Visitei restaurantes vegetarianos excelentes (o Local e o House of Wonders, ambos em Cascais);

- Foi o natal de 2016;

- Fiz 22 anos;

- Foi a passagem de ano de 2016 para 2017;

- Continuei com crises existenciais;

- Engordei;

- Passei o primeiro semestre da faculdade;

- Lasquei um dente a comer uma... Goma (coisas que me acontecem só a mim);

- Vi o "La la land" (é tããããão lindo!);

- Estive em estágio (e foi incrível!);

- Evitei usar maquilhagem;

- Fiz a minha terceira peregrinação a Fátima;

- Li "O diário de um mago" de Paulo Coelho;

- Li o "Pais brilhantes, professores fascinantes" de Augusto Cury (e os dois são excelentes!!);

- Passei a cozinhar mais;

- Meditei mais;

- O meu portátil e o meu telemóvel avariaram ao mesmo tempo;

- Fiquei uma pilha de nervos;

- Chorei muito;

- Comecei a aprender a costurar à máquina;

- Passei imenso tempo com o meu sobrinho;

- Fui aos saldos (comprei tudo em preto);

- Voltei a publicar no blog.

 

Não escrevi tudo o que se passou mas também não importa muito. O que importa mesmo é voltarmos aos sítios onde somos felizes, mesmo que digam que isso não é bom. 

Moral da história: Independentemente do tempo de passe, das voltas que a vida dê, não se esqueçam das vossas raízes, origens, gostos, o que vos alimenta a alma, o que vos faz felizes e corram atrás disso. Só disso. Em nome do vosso bem-estar.

 

A quem deixou comentários, mais uma vez obrigada pelo carinho!

 

Vemo-nos no próximo post, prometo que será mais animado!

 

XX, Catarina

Novos Começos

Há algum tempo li por aí:

«Somos o resultado das viagens que fazemos,
dos livros que lemos
e das pessoas que amamos»

Na altura concordei com a ideia, mas hoje em dia estou a senti-la.

Deparar-me com novos começos, novas realidades, novas pessoas foi um desafio. Desafio porque tive de sair da pequena bolha em que vivi nos últimos tempos e conjugar a minha nova formar de pensar, estar, ser - resultado das viagens que fiz, dos livros que li e das pessoas que amo - com esta nova realidade. Mas... Já passou!

 

Como já passou, houve uma série de coisas boas que voltaram como... A minha inspiração.

Não prometo nada, mas espero voltar por aqui!

 

XX, Catarina

 

 

Aula na M.A.C. ♡

O post de hoje já deveria de ter sido publicado em outubro mas não é por isso que deixa de ser especial. Bastante especial. Vou partilhar convosco a realização de um sonho: uma aula na M.A.C.!

Desde muito pequena que adoro maquilhagem e tudo o que está relacionado com o mundo da beleza. Foi no youtube que descobri a marca de maquilhagem MAC e desde aí lembro-me de guardar todos os croquis de maquilhagens possíveis e imaginários que encontrava online para um dia mais tarde tentar reproduzi-los. Tenho a pasta com todos eles até hoje. 

Porém, a melhor parte foi quando descobri que iria ter o meu próprio croqui, resultado da aula de maquilhagem que iria ter!

 

Esta aula foi uma surpresa do meu ♡ para mim e deixou-me... Sem palavras. É tão bom ter alguém com quem possamos partilhar os nossos sonhos e sentir que essa pessoa nos apoia.

Mas deixemo-nos de lamechices e passemos à aula em si.

aulamac.jpg

Cheguei à MAC à hora marcada e tinha à minha espera uma maquilhadora que iria ser a minha professora nas próximas duas horas. Esta perguntou-me quais eram as minhas maiores dúvidas na maquilhagem e este tornou-se o ponto de partida para a aula.


No meu caso, eu queria saber como fazer um delineado esfumado, fazer uma boa preparação de pele e ainda esclarecer outros tópicos de menor relevância.

 

Iniciámos a aula com uma maquilhagem de olhos para utilizar durante o dia. O objetivo foi, depois, transformá-la numa maquilhagem de noite. A maquilhadora explicou-me o tipo de sombras a utilizar, o tipo de pincéis, os locais específicos para as colocar, as técnicas, etc. Aprofundou bastante como fazer o delineado para o meu tipo de olho (a minha maior dúvida) e as técnicas foram absolutamente incríveis.

Nesta fase, a maquilhadora fez a maquilhagem de um dos olhos e eu reproduzi tudo no outro olho. Passinho por passinho.

 

Depois esclarecemos as dúvidas dos cuidados e preparação de pele.
Recentemente tive uma crise de acne, da qual ainda estou a recuperar. Este episódio deixou-me com a autoestima um pouco em baixo, daí esta parte da aula ter sido fundamental para mim.

 

Esclarecidas todas as dúvidas, seguiu-se a parte mais complicada: A escolha dos produtos.

aulamac2.jpg

 

 

Para quem não sabe, o valor da aula reverte em produtos à nossa escolha. Eu preferi cingir-me aos que a maquilhadora me sugeriu e eles foram:

1. Pro longwear - É um pó compacto que parece o efeito blur do photoshop. Na minha pele, ele esconde todos aqueles poros mais salientes. Deixa um efeito bastante matificante mas ao mesmo tempo é um pó muito leve e de grande durabilidade.

2. Select cover up - Este é um corretor de olheiras mas que serve para corrigir todas as imperfeições que possamos ter. Escolhi-o porque gostei bastante como ele corrigiu todas as manchas e borbulhas causadas pelo acne. Um ponto positivo deste produto é que não é necessária muita quantidade, pois o produto é bastante concentrado. Para além disso, a cobertura pode ser construída através de várias camadas.

3. Twig Lipstick (satin) - Decidi escolher um tom natural que pudesse usar bastantes vezes. Este tom é um rosa queimado muito clássico. O acabamento satin, uma ótima opção para quem cujos lábios são muito secos (como é o meu caso). É o intermédio entre o acabamento matte e o lustre/glazze. 

4. Cork eyeshadow (satin) - Esta sombra ajuda a uniformizar o tom da minha pálpebra. Quando aplicada em maior quantidade ajuda a construir a linha do côncavo. É ainda uma ótima sombra para demarcar a transição de cores.

 

Como viram, escolhi produtos que pudesse usufruir bastante no meu dia-a-dia, sendo eles muito práticos.

Resumindo, o valor da aula são 75€ que, no meu caso, reverteram em 4 produtos. Podem parecer poucos produtos para a quantidade de dinheiro, mas o que é certo é que este acaba por ser um investimento em produtos profissionais de uma qualidade incomparável e de uma grande durabilidade.

 

Peço desculpa se a publicação ficou demasiado descritiva, mas, até hoje, não consigo conter o meu entusiasmo!

XX, Catarina

 

 

5 anos de blog

(OBS: pode parecer que tenho algum tipo de distúrbio nos parágrafos seguintes, mas acreditem que não! A publicação que se segue é inteiramente dedicada ao meu próprio blog).

 

Querido Vogue and Love,

 

Hoje celebras mais um aniversário. O teu quinto aniversário. 

É certo que quando chega este dia e celebras mais um ano, por norma, agradeço sempre às pessoas que passam por aqui. Mas nunca te agradeci a ti. 

Tu é que estás sempre disponível. No portátil ou no telemóvel, às 9 da manhã certinhas ou durante as minhas epifanias às 3 da manhã.

Mais um ano que guardas segredos, dramas, desejos, ideias, visuais... Como é que consegues?

Obrigada a ti, principalmente por me guardares todas as memórias, todas as aventuras, todas as fragilidades, todo o meu crescimento.

Espero que estejas comigo muitos mais anos, a cativar-me como nenhum outro blog me cativou. 

 

Cheers... To us! 

XX, Catarina

Bebida de outono favorita

Quem nunca passou horas no we❤it e no tumblr a gostar e reblogar fotos das bebidas e dos fascinantes copos do starbucks? Se vocês nunca, eu já passei horas e horas... Fascinada só com o copinho.

Depois comecei a implorar à minha irmã "LEVA-ME AO STARBUCKS!!!", sim porque este café nunca é perto de nada e nunca é perto para ninguém.

Chegada a primeira vez ao starbucks vem a confusão "Três tamanhos de copos diferentes? Frappuccino? Isso é quente ou frio? Para que é que eles querem o meu nome? Mas isto não vem com açúcar?" E depois de escolhida a bebida bem quentinha vem o "Fogo!! Escaldei a língua!".

[Dramatização em ação, não sou assim tão tótó, obrigada, de nada].

 

Nas outras visitas ao café a língua escaldada mantém-se, mas surge outra questão... "Porque é que eles nunca escrevem bem o meu nome?!?!?" Marketing, puro marketing.

 

E entretanto chega o outono e a bebida mais fantástica do Starbucks: Pumpkin Spice Latte. A mistura da abóbora, com o leite quente e a misteriosa canela. Por pouco não adormecia nos sofás do café. Ah, e o copo....!
cofee.jpg

 Por este, até vale a pena escaldar a língua.

 

XX, Catarina

VFNO - o olhar de uma principiante

Lisboa estava simplesmente caótica. E não, não eram os santos... Era a Vogue Fashion's Night Out.

 

Apesar de viver na capital, este foi o primeiro ano que fui à VFNO.

Vou ser sincera, arranjei-me um bocadinho e lá fui eu com as minhas amigas, no entanto sem intenções de fazer compras.... Apenas de me divertir. E assim foi.

Foi engraçado vivenciar uma noite assim, diferente. Mas também foi chocante ver as filas de pessoas à porta das lojas da Avenida da Liberdade, por exemplo, à porta da Furla. Afinal, estamos ou não em crise? 
Perguntas filosóficas à parte deixo-vos alguns registos da noite:

vogue.jpgO placard para tirar as fotos da praxe.

ac.jpgVários edifícios tiveram uma nova "roupagem". As diferentes luzes animaram a cidade.

 

 

 

barbie.jpgO único local que fiz questão de visitar foi a loja da Cubanas para ver o lançamento das galochas da Barbie ao vivo. Acho que já tenho uma história de amor com elas. Concorri no concurso para ganhá-las e falhou, mas agora é possível encontrá-las na coleção normal da loja.

 

cvbn.jpg

 Tentei escolher peças básicas, confortáveis mas ao mesmo tempo "arranjadinha". Acho que resultou.

E vocês, também foram?
XX, Catarina

 

 

 

Mas a sério que já é setembro outra vez?

"Lembras-te daquele encontro que combinaste com os teus amigos e prometeste que não ia passar deste verão? Esquece, já estamos em setembro."

Literalmente o que aconteceu não é verdade?
Mil e uma coisas que ficaram por fazer e mil e um sítios por visitar. Mesmo depois de nos apercebermos desta ideia, proponho-vos uma coisa... Neste minuto que se segue recordem os melhores momentos do vosso verão.

Foi bom não foi?

Pois bem o meu foi muito bom! Apesar de todas as adversidades que ocorreram, o melhor é focarmo-nos naquilo que de facto nos fez feliz.

ver.jpg

 

 

Foram os mergulhos, a música (variando entre esta, esta e esta), a água fresca, o calor na pele, o sol a brilhar, aqueles pequenos-almoços, almoços, lanches e jantares, os livros devorados, os passeios dados mas acima de tudo a companhia que definiram o verão. O meu foi ótimo!

 

Setembro chegou e espero que seja para todos um mês de recomeço, de reencontro (ou com os amigos, ou convosco mesmos), de descobertas, de mudanças... Que assim seja!

Força nos vossos projetos, trabalhos, estudos e sonhos. Pensamento positivo, vai correr tudo bem... Prometo! 

Digam-me qual foi o momento favorito das vossas férias!

XX, Catarina

 

"Não deixes de acreditar"

Esta manhã foi nostálgica.

Fui, finalmente, buscar o meu certificado e estou oficialmente licenciada.... Foi um grande misto de emoções. 

Pensar que esta pode ter sido a última vez que entro naquela faculdade. Olhá-la, agora vazia devido às férias, e ver em cada canto uma recordação, uma história, uma memória. Ver as pessoas que percorram comigo este caminho desafiador. 

Um misto de emoções por completo.

Quis o destino que, por 4 vagas, não entrasse em mestrado. 4 vagas. Estou como suplente e se 4 almas desistirem... Eu entro. 

 


Passei uma "última" vez pelos corredores, pensando que aquela poderia ser uma "última" vez ali e tudo para ir beber um "último" café ao bar da faculdade.

Lá estava o proprietário sempre bem disposto. Peço 2 cafés, um para mim e o outro para o meu pai. Quando atento à música da rádio, oiço a seguinte frase "Don't stop believin", música interpretada pelos Journey. 

Depois de todos aqueles "últimos" que me passaram pela cabeça, soube bem ouvir aquele "sinal" (eu acredito nestas coisas). 

Como o sr. So. me dizia "é viver um dia de cada vez". E eu cá espero pela resposta... Sem deixar de acreditar.

 

Não desistam dos vossos sonhos*

XX, Catarina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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