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V O G U E a n d L O V E

Um diário virtual (utilizado quase de mês a mês) que possui os desejos, partilha tendências e descreve peripécias de o dia-a-dia de uma rapariga normal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catarina (22)
Um diário virtual utilizado de mês a mês que possui os desejos, partilha tendências e descreve peripécias de o dia-a-dia de uma rapariga normal.{mais}

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"Easy (and fancy) like a sunday morning"

outfit.PNG

O branco que nunca falha com o pormenor do laço. As calças descontraídas com o pormenor das pérolas. A mala e os brincos com os detalhes mais boho. Os sapatos e a estola de pelo (sintético!) porque faz frio.

Ótimo para desfrutar deste sol de outono (quase inverno!).

XX, Cat

Dezembro chegou!

Começou ontem o mês de dezembro. O último mês de 2017. O meu mês predileto! As luzes, os cheiros, os sabores, os momentos partilhados, as pessoas, as celebrações (o Natal, os meus anos!...). É mesmo uma época que adoro e começo a entrar num clima de introspeção. Como é que já passou um ano, num abrir e fechar de olhos? 

Vai ser um mês intenso e cheio de trabalho! E para me animar nada melhor que fazer uma wishlist. Vou ser sincera, é uma lista de desejos hipotética. A lista verdadeira tem livros, um cachecol e uma estola. Apesar de amar todos os itens que reuni na montagem, seria impossível receber tudo isto. Já para não falar que a relação com alguns itens é de namoro há alguns anos.

 

wish.jpg

 No geral, esta lista acaba por ser um bom exemplo de prendas a oferecer. Um acessório como um cachecol, ou uma jóia, uma carteira, um livro, uns fones, um produto de beleza, uma necessaire,... São presentes intemporais. E quanto mais básico, menor será o erro. 

 

1. No meu caso, escolhi este cachecol verde menta da Stradivarius. Também existe noutras cores (como cinza que também adoro!). Mas tenho adorado cada vez mais este verde água/verde menta. No meio de um guarda roupa preto, branco e cinza alguns toques de cor são essenciais. 

 

2. O tea tree oil da The body shop está na minha wishlist por ser um verdadeiro aliado contra acne e borbulhas. Tem outros mil benefícios e a sua utilização feita há milénios deixa-me segura de que será uma boa aposta.

 

3. Esta necessaire da oysho piscou-me o olho quando me cruzei com ela na loja: tem glitter e pestanas. É caso para dizer que é a minha cara!

 

4. Fones da Sony. Eu estou sempre de fones (e às vezes nem estou a ouvir música, mas isso é um segredo só nosso ok?) e estrago milhares por ano. Isto leva-me a pensar que, se calhar, está na hora de investir nuns melhorizinhos, não?

 

5. O casaco da Zara. Ele já nem está em loja. Mas tenho esperança de o encontrar nos saldos. 

 

6. A polaroid da fujifilm já é um amor antigo. E fiel. E verdadeiro. Acho que parte do meu primeiro salário daqui a uns meses será investido nesta beleza.

 

7. A carteira da primark é a mesma história que a necessaire, tem glitter e é útil. Este verão fiz uma limpeza nas minhas carteiras e mandei todas fora, porque estava a acumular carteiras estragadas, desde fechos que não funcionavam, carteiras rotas ou até mesmo a desfazerem-me. Por isso, sobraram-me duas, que entretanto já passou a uma porque a que estava a utilizar está a desfiar-se por todos os cantos. Esta é compacta e minimamente sóbria (apesar de ser glitter é um tom discreto não berrante como rosa choque ou lilás).

 

8. Os anéis da pandora... Bom... A efemeridade dos acessórios começa a cansar-me. Às vezes só gostava de usar anéis simples que não me deixassem o dedo verde na hora de os tirar. Por isso, comecei a pensar que a solução talvez fosse investir em peças simples, delicadas e duradouras. Os anéis da pandora parecem-me uma boa opção.

 

9. Por fim, mas não menos importante, um livro. Já falei aqui no blog da minha relação com livros. Até aos 17 anos lia no máximo um livro por ano. Depois passei para a fase que devorava livros. Agora também devoro, com menos avidez, mas muito porque já começo a repetir as histórias que já li. O livro "Cem anos de solidão" de Gabriel García Marquez tem excelentes revisões. Já ouvi que quando se lê este livro, a única coisa que apetece é continuar a ler e a ler e a ler... Também quero experimentar como é óbvio!

 

No final, posso não receber nada disto e sabem que mais? Vou ser feliz na mesma, porque tenho uma família, uma casa, comida na mesa, amigos do coração, a possibilidade de ir atrás dos meus sonhos... E isto é verdadeiramente mais que suficiente.

 

XX, Cat

Questões existenciais sobre cotonetes

Sim, leram bem. Vou falar-vos de cotonetes e de um péssimo hábito que tenho... Atirá-los pela sanita abaixo. Tenho mil trabalhos da faculdade em atraso, mas esta questão dos cotonetes... Deixa-me verdadeiramente preocupada. Eu sei que parece que estou a ser irónica, mas não estou! Quer dizer... Só um bocadinho. 

 

A questão aqui é que o peixe que me vem parar a prato, às vezes, depara-se com os meus cotonetes... e não só. Às vezes também se depara com a quantidade de palhinhas ridículas que consumo. Sabem quantas palhinhas são gastas por dia nos EUA? 500... Milhões. E repito, por dia. Na verdade, daqui a uns anos (não muitos), o plástico vai ocupar mais espaço no mar, do que as espécies que o habitam. E falo-vos disto sem ter visto o documentário "A plastic ocean", disponínel na Netflix. Apesar disso, aconselho a todos (e a mim, inclusivamente) a ver este documentário, para que nos possamos consciencializar para o tipo de poluição e desperdício que estamos a causar. 

 

Via Pinterest

E o papel para secar as mãos? O papel toalha. É outra questão que me assola. No meu local de estágio devo gastar em média 15 papéis por dia. Ultimamente, tenho lutado comigo mesma para que isto mude. Cada vez que lavo as mãos digo para mim mesma "só um papel" e lá vou eu tentar secar as mãos só com aquele rectângulozinho mísero. Na verdade... É O QUE CHEGA! E depois meto-me a pensar "deve ter havido uma alma que estudou isto e fez inúmeras tentativas para saber que este rectângulo chega". Depois de uma pequena pesquisa, descobri que existe um Tedx Talks só sobre isto. Isto leva-me a pensar que se calhar não sou assim tão doida por ter estas questões a pairarem-me na cabeça. 

 

Desde que sigo a Joana Limão, tenho ficado muito mais desperta para estas questões do zero-waste, de uma vida mais sustentável e da quantidade de opções que existem para combatermos o desperdício e a nossa pegada ecológica. Para além disto, recentemente comecei a ouvir o podcast da Claúdia Fonseca (o "Officina") e na passada sexta ouvi o episódio da Ana Go Slowly e tenho a certeza que isto causou algum impacto em mim. 

 

Queria só partilhar que há soluções para estas questões existenciais da minha cabeça! Uma das lojas que conheci recentemente é a Sapato Verde, uma loja com produtos ecológicos, sustentáveis, vegan... Amigos do ambiente no geral. Para a questão dos cotonetes, existem os cotonetes em bambu, 100% biodegradáveis. Um pouco mais caros do que os que estamos habituados, mas contribuem para um oceano com menos plástico. A solução aqui também passa por colocar os cotonetes diretamente no lixo e isso também já comecei a fazer. A questão das palhinhas também é facilmente resolvida. Desde bambu, a inox, a vidro... Não faltam opções.

Reflito sobre isto por pensar que, quando era pequena era bem mais disciplinada quanto às questões da poluição. E atualmente, com o meus trabalho, vejo que sou um exemplo. Cabe-me a mim decidir se quero ser um bom ou um mau exemplo. Dou por mim a assistir várias vezes ao longo do dia, ao meu comportamento a ser imitado pelas crianças. E para isto tenho de me consciencializar do que posso mudar. 

 

Termino esta publicação com uma frase que prego aos grupos que acompanho no verão, cada vez que fazemos algum tipo de atividade num espaço ao ar livre: Deixem o espaço melhor do que o encontraram. Descobri agora que digo isto à semelhança de Baden-Powell e nunca fui escuteira. 

Procurai deixar o mundo um pouco melhor de que o encontrastes”.

 

P.S. Acho que depois deste post tenho mesmo de mudar o nome do blog! 

XX, Cat 

 

 

 

A crise dos vinte (e dois)

 

Acho que estou neste processo de crescimento, conflito cognitivo e emocional há cerca de dois anos. Tudo começou aos vinte. Ao de leve. 

Comecei a mudar a perceção sobre o tempo e a atenção que dedicava a pessoas que não me preenchiam e não acrescentavam em nada. Redefini o que para mim eram as relações que interessavam e o que significavam. 

Embora não percebesse na altura, já mais perto dos vinte e um comecei a descer numa espiral que parecia não acabar. Na altura, confusa e em cacos, achei que a solução mais viável para resolver todos os meus "demónios" seria afastar-me de tudo e todos. Fechei-me. Mesmo. Mal saía de casa. A minha rotina passou a ser quarto, w.c., cozinha, quarto, cozinha, sala, w.c., quarto. Comecei a cruzar-me mais vezes comigo, ao espelho. E até de mim fugi. Comecei a detestar o que via. A cara, o cabelo, a forma do meu corpo... Sentia-me mal comigo, só via o meu corpo a dar sinais de toda a ansiedade que andava a viver. Acne, queda de cabelo e uns quilos a mais. Tentei encontrar-me no vegetarianismo e na meditação. Ajudaram, mas rapidamente caíram por terra e continuou a ser muito mais fácil fechar-me. Falei com uma ou outra pessoa, nada mais.  

 

O tempo continuou a passar, comecei a rodear-me daquilo que achava melhor, desde personalidades inspiradoras, a livros de desenvolvimento... Ajudaram, mas continuei neste ciclo de crise comigo própria. 

Aos vinte e um e alguns meses, alguns dos sonhos perdidos surgiram novamente. Canalizei todas as energias nesses sonhos e voltei a esquecer-me do resto. Abdiquei da família e amigos... Foquei-me em tudo o resto para não encarar de frente todos outros "demónios" que surgiam.

Depois de tudo isto, afastei-me dos meus hobbies, do que me preenchia, do que me fazia feliz, por mais simples e banal que fosse... Afastei-me ao ponto de perder a minha identidade. Algo tão simples como vestir-me e demonstrar a minha vaidade, que sempre foi algo que adorei, passou a ser uma dor de cabeça. "Não gosto do que vejo, como me vejo, esta não sou eu".

Começaram as insónias. Não percebi de onde vinham... Ou não quis perceber. Bastou uma chamada de atenção de terceiros para acabar com mais um dos meus problemas. 

Sabem... Um dos meus maiores medos é desiludir os outros. Hoje entendo que este medo me sobrecarregou de uma carga emocional negativa que só agora vem ao de cima. 

O facto de não querer encarar os meus problemas e viver uma vida de "fachada" pareceu-me sempre a solução mais fácil. Mas não. A repressão de emoções e pensamentos acabou por me deixar num caos interior ainda por resolver. 

Às vezes dou por mim no meio da rua a caminhar com lágrimas nos olhos, com o coração vazio e a mente cheia de insultos para comigo própria. "És inútil", "Não fizeste nada de especial hoje", "Estás cada vez mais longe do que te queres tornar e do que queres ser". 

Desta vez, nem os sonhos escapam... Aliás, escapam. Não tenho foco, concentração, aquela energia inesgotável, sabem? Aquela que nos faz ter mais energia que 10 bicas, aquela que faz com que a nossa produtividade acelere... Vivo ansiosa, com o coração a palpitar. Tive umas semanas que a única coisa que desejei e fiz foi ficar deitada na cama em posição fetal. Sem fazer nada. Só assim. 

Depois olho à volta e vejo uma série de ditadores. Redes sociais, livros, podcasts, televisão... Um sem fim de estrategas que dizem como devo ser.

 

"Deves vestir-te como dita a moda, deves visitar os sítios mais in do momento, mas ao mesmo tempo ter tempo para nutrir corpo, mente, alma. Não te esqueças dos cabelos ao vento, do corpo sarado, do bronzeado no ponto! E essa roupa? Já não te disse que tens de seguir a moda? Ah mas espera! Essa marca não! Não é orgânico, nem é comércio justo, é escravidão... No século XXI! Mas espera, desculpa. Vem aí a black friday, os descontos, o Natal, as promoções e os saldos... Por isso, podes! Compra os cristais, alimenta-te de verdes, não te esqueças do mindfulness, do zero-waste, do vegetarianismo... Isso? NÃO! Não podes comer isso! Tem glúten, farinhas processadas, foi passado por amoníaco! Para além de que estás a matar as espécies raras da Amazónia! Plástico? Não! Olha o fundo do mar! Daqui a 10 anos há mais plástico que peixe no mar! Bambu! Ecológico, orgânico, cruelty-free, vegan, vegetariano, não testado em animais, natural... Gratidão! Não te esqueças!"

 

Por mais bonitos que sejam os princípios é difícil encontrarmo-nos no meio de tanta coisa.

E no final do dia, depois de nos impingirem tantos ideais, o que é que sobra? Quem é que somos? O que é que facto fizemos para chegar onde queríamos? De que adianta tantas ideias se são para "inglês ver"? Porque é que não vivemos, ao invés de fingirmos que vivemos? Porque é que não fazemos por nós próprios, ao invés de querer mostrar aos outros que fazemos?  E nós? Onde ficamos? O que é que nos faz feliz afinal?

É no meio de tanta certeza, ditada por quem não conheço, que me perco. Sinto-me sem rumo. 

E às vezes só queria ter força para isto... Para escrever. 

Hoje já o fiz. É o primeiro passo e isso basta. 

 

Escrever acho que é a minha forma de falar e organizar-me. 

 

Às vezes tenho saudades de voltar aqui, escrever sobre o que mais gosto, o que me preenche... Mas eu já não me conheço, e embora sinta saudades, é difícil voltar aqui. Tenho algumas publicações em privado, porque escrevo, publico e... Coloco em privado por achar que não tem lógica. Hoje só precisava de escrever, com ou sem sentido. Tudo isto porque descobri que escrever é a minha melhor ferramenta de organização da mente. E este é um dos meus melhores cadernos. Foi este espaço que ajudou a definir uma grande parte de mim, a organizar as minhas ideias e a expor crenças e ideais. 

Agora só quero o caminho para me encontrar. E só eu é que posso trilhar esse caminho. Mas agora, com ajuda. Com a minha família. Com os meus amigos. Porque sozinha fico à beira de enlouquecer. 

Quem diria que a crise dos 22 seria tão complexa?

 

 

Pensamento do dia #39

Para alguns, o mês de setembro é como o mês de janeiro. Sinal de novos desafios, novas atitudes e novas oportunidades. Independentemente do que se aproxima, só desejo que tenhamos todos a coragem de avançar, sem medo e sem olhar para trás. Não precisamos de ver a escada no seu todo, só precisamos de dar o primeiro passo.

Um ótimo setembro para vocês.

 

XX, C

 

100% Pele de...

Num mundo frenético e consumista começam a surgir cada vez mais questões associadas ao minimalismo, à política, ao consumo mais consciente, ao ambientalismo, entre outras. Estas questões começam a ganhar projeções cada vez maiores e talvez por isso esteja atenta às mesmas. 

 

Eu sou uma forreta assumida e a minha avareza é a minha maior aliada nas questões de consumo, porque são raras as vezes que compro algo por impulso. Mas dadas estas correntes de pensamento e alguns documentários que assisti (que falarei num outro post), começam a ser levantadas por mim outras questões para além da típica "eu preciso realmente disto?".

 

 

 Zara

A passada semana fui à Zara. Essa safada que nos faz querer comprar tudo o que está lá, que se descarta da culpa da mão de obra barata ao colocar à entrada da loja contentores para reciclar roupa e que nos entrega tudo em sacos de papel e não plástico, isto porque o papel é muito melhor de reciclar (são super #ecofriendly).

 

Pus me a olhar para as belezas acima ilustradas... E pela primeira vez, ao pegar nelas, a primeira coisa que fiz não foi olhar o preço. Foi olhar a composição. Fiquei traumatizada, porque há um ano comprei uma saia de couro... Estúpida. "100% Pele de porco" li eu quando cheguei a casa. Desta vez, não repeti essa proeza. "100% Pele de vaca" dizia a etiqueta. Desapaixonei-me de imediato. Não me parece correto que um animal tenha de sofrer por mero capricho de um ser humano. A morte e o sofrimento de outro, em prol do consumismo, da inconsciência de alguém. Afinal, eu não ia gostar de ver uns sapatos com a composição "100% pele de... Humano".

 

Certamente que é uma prática a continuar.

XX, C

Wishlist de agosto

wishlist.jpg

Se calhar, não são só de agosto e são de há mais tempo. 

 

O perfume da Nina Ricci é um desejo já faz alguns meses, desde que o experimentei numa amostra. É uma fragrância leve e doce, romântica e descontraída. A meu ver, e consoante o meu gosto, ótima para o dia-a-dia.

 

Os gazelle da Adidas também já estão na minha lista há algum tempo. E... em ROSA, como é natural. Não era miúda de usar ténis, e ao 15 anos achava que quando crescesse ia andar sempre de saltos altos. Enganei-me redondamente. As tendências também ajudam, porque o calçado desportivo está em voga, mas sinceramente... O conforto de um bom par de sapatos é T-U-D-O! 

 

Os acessórios da Zara é que são um desejo recente e uma surpresa. Primeiro, porque tenho evitado brincos grandes, mas a excentricidade corre-me nas veias e estes brincos são qualquer coisa. E depois porque lenços agarradinhos ao pescoço era coisa que me afligia... até à bem pouco tempo. Este da Zara (que já saiu da coleção mas ainda deve ser possível encontrar em algumas lojas) é perfeito! Tem uma paleta de cores incrível e é um ótimo complemento em looks básicos.

Quais é que são os itens na vossa wishlist? 

XX, Catarina 

~ 9 meses depois... ~

... Não, não nasceu uma criança! Pelo menos, não de mim! É simplesmente o espaço de tempo em que não posto. 

 

 

Tenho em privado algumas tentativas de regresso, mas não achei que estivessem boas o suficiente. Penso que esse tenha sido o meu problema ao longo dos últimos tempos, achar que não era boa o suficiente. Tanto eu, tanto os posts. Achava que não fazia sentido nenhum publicar e que não tinha conteúdo nenhum.

 

Mas até tinha. E senti falta.

 

 

No início de 2017, prometi a mim mesma que ia fazer mais do que gostava, sem ter de justificar nada, nem ter de me justificar a ninguém. "Esqueci-me" do blog.

O que é que aconteceu ao longo deste tempo todo?

- Fiz trabalhos da faculdade com a melhor comparsa de sempre (hiiiii Tixaaaa! 💗);

- Arranquei um dente do siso;

- Visitei restaurantes vegetarianos excelentes (o Local e o House of Wonders, ambos em Cascais);

- Foi o natal de 2016;

- Fiz 22 anos;

- Foi a passagem de ano de 2016 para 2017;

- Continuei com crises existenciais;

- Engordei;

- Passei o primeiro semestre da faculdade;

- Lasquei um dente a comer uma... Goma (coisas que me acontecem só a mim);

- Vi o "La la land" (é tããããão lindo!);

- Estive em estágio (e foi incrível!);

- Evitei usar maquilhagem;

- Fiz a minha terceira peregrinação a Fátima;

- Li "O diário de um mago" de Paulo Coelho;

- Li o "Pais brilhantes, professores fascinantes" de Augusto Cury (e os dois são excelentes!!);

- Passei a cozinhar mais;

- Meditei mais;

- O meu portátil e o meu telemóvel avariaram ao mesmo tempo;

- Fiquei uma pilha de nervos;

- Chorei muito;

- Comecei a aprender a costurar à máquina;

- Passei imenso tempo com o meu sobrinho;

- Fui aos saldos (comprei tudo em preto);

- Voltei a publicar no blog.

 

Não escrevi tudo o que se passou mas também não importa muito. O que importa mesmo é voltarmos aos sítios onde somos felizes, mesmo que digam que isso não é bom. 

Moral da história: Independentemente do tempo de passe, das voltas que a vida dê, não se esqueçam das vossas raízes, origens, gostos, o que vos alimenta a alma, o que vos faz felizes e corram atrás disso. Só disso. Em nome do vosso bem-estar.

 

A quem deixou comentários, mais uma vez obrigada pelo carinho!

 

Vemo-nos no próximo post, prometo que será mais animado!

 

XX, Catarina

Cortei o cabelo parte III

Continuo a cair no erro de ir ao pinterest tirar imagens de como quero que o meu cabelo fique.

Levo, explico... Mas nunca é o suficiente.

No entanto, o que me tem acontecido é caricato. 

No dia antes de cortar o cabelo, e no próprio dia, ele decide sempre ficar lindo e maravilhoso! Como quem diz "Não me cortes. A sério. Não cortes. Vais te arrepender. Olha lá para mim hoje, não estou lindo? Provavelmente amanhã vais detestar-me, mas... Hoje estou bom! A sério, não vás a cabeleireira." Eu não o oiço, corto e arrependo-me. Só nos primeiros 5 minutos. 

 

Depois volto a pensar no mais importante: É só cabelo.

 

XX, Catarina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catarina (22)
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